|
|
É uma forma de relaxamento feito em água morna, na altura do peito, onde o terapeuta executa alongamentos, adaptados do Zen Shiatsu (técnica japonesa milenar ) , enquanto o aluno, apoiado sobre seus braços, fica em total relaxamento e em flutuação. A temperatura ideal para a prática do
Watsu,
assim como outras terapias desenvolvidas a partir dela, gira em torno de
34 - 36 graus, por permitir ao aluno um estado de profundo de relaxamento . Os alongamentos passivos feitos pelo terapeuta fazem com que os níveis de flexibilidade do aluno sejam melhorados, embora, em menor eficácia que se fossem feitos ativamente por ele, pois, não há no primeiro caso um ponto de fixação.
|
Além dos benefícios físicos, o Watsu cria um ambiente totalmente confortável para o aluno se soltar emocionalmente. As sessões são amplamente indicadas em casos de depressão, estresse, insônia e problemas musculares. Alguns dizem ser o relaxamento tão intenso que o aluno tem lembranças do aconchego do útero materno. Este tipo de terapia não só beneficia quem recebe,
mas, também quem dá, tamanho é o envolvimento do terapeuta com o aluno.
A diferença do Zen-Shiatsu para a Watsu é que a primeira, se fundamenta na pressão dos dedos e cotovelos em pontos de tensão do corpo, dando prioridade ao toque do terapeuta e na segunda, a liberdade de movimento e as torções realizadas dentro da água.
O Watsu foi criado por um professor de Educação Física americano chamado
Harold Dull, em meados de 1980, a partir de um estudo sobre várias terapias em águas quentes, feito no
japão. No Brasil, a terapia chegou em torno dos anos 90 e já faz parte dos serviços aquáticos oferecidos pelas melhores academias do país.
Harold Dull descobriu, que devido ao fator da flutuação, qualquer pessoa pode dar
Watsu, pois, os indivíduos ficam em torno de 10% do seu peso fora da água. Ele aconselha a todos tentarem desenvolver seus próprios potenciais de criatividade
e preferências para executá-la, não existindo uma forma especial
para tal.
|
 |
Livro do Harold Dull: Watsu: Freeing the Body in Wate
|