Brahman, o Absoluto, a verdadeira natureza da criação, presença eterna, origem e substância de tudo, quando permeia o corpo físico individual, é chamado
Atman, Eu.
Atman é Brahman.
Essa presença eterna, embora permeando o corpo, não age, mas é o agir do corpo; não vê, mas é o olhar do olho; não sente, mas é o sentir do corpo.
Por Ele estar em um corpo, a ignorância (avidya) produz a noção do Eu,
Atma, limitado com as características e qualidades do corpo e o sentimento de ser agente da ação.
Da mesma forma, por causa do Eu estar em todos os corpos da criação, o véu da ignorância
(Maya) faz parecer que há um Eu para cada corpo.
Eu, Atma, sou ilimitado, indestrutível, inalterável, indivisível, livre de ações e desejo, eterno, não afetado pelo corpo que nasce, morre, age, sofre e goza.
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