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Medicina Geral
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Sexo
Seguro
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Atualizado
em
29/03/2001 |
Quando utilizamos a expressão sexo seguro estamos nos referindo à adoção de algumas medidas que podem reduzir o risco ou evitar a transmissão do HIV e de outras DST através das relações sexuais.
Para indivíduos com vida sexual ativa é consenso internacional que essas medidas são:
Uso de preservativo em todas as relações sexuais
penetrativas;
Práticas sexuais sem penetração.
Uso de Preservativos
Para garantir a eficiência e a eficácia do uso do preservativo como método de prevenção de
DST / HIV, duas condições são essenciais: que ele seja usado em todas as relações sexuais penetrativas e o que o seja de forma correta.
Como "a prática faz a perfeição", lembrar que homens e mulheres sentem-se mais confiantes em relação ao preservativo e têm menor probabilidade de enfrentar problemas de rompimento se praticarem o modo de usá-la corretamente.
Nunca é demais relembrar que
As camisinhas devem ser guardadas em lugar fresco, seguro e escuro. Não devem ser usadas se
estiverem ressecadas ou grudentas, ou depois da data da expiração (geralmente impressa na
embalagem).
A lubrificação ajuda a evitar o rompimento; no entanto, os lubrificantes oleosos ajudam no
rompimento.
Dicas para o uso da camisinha
Coloque a camisinha quando o pênis estiver rígido, antes que ele penetre o parceiro ou toque seus
órgãos genitais.
Ponha a camisinha (com a borda enrolada para fora) na cabeça do pênis com uma das mãos.
Com a outra, aperte a ponta da camisinha (para remover o ar que ficou preso). Continue a apertar
a ponta enquanto for desenrolando a camisinha para cobrir o pênis.
A lubrificação ajuda a evitar o rompimento da camisinha. Se ela se rasgar durante a relação,
deve-se tirá-la imediatamente e colocar uma nova.
Retire o pênis logo depois da ejaculação, mas antes que se torne flácido, segurando com firmeza
a borda da camisinha contra o pênis para evitar que vaze.
Deslize a camisinha até sair, sem derramar o sêmen. Não use outra vez. Dê um nó e jogue fora
com segurança.
Importante Lembrar
A prática do sexo anal e vaginal com penetração e sem preservativo é considerada de alto risco
para a aquisição do HIV/DST;
Na prática do sexo anal com preservativo, seguido da penetração vaginal com o mesmo
preservativo há risco de infecções ginecológicas pela transferência de microrganismos do ambiente
retal para o canal vaginal ;
Qualquer contacto com secreções implica em algum risco de contaminação; assim, a prática do
sexo oral sem preservativo, mesmo que não haja ejaculação oferece risco, pois a mucosa oral
pode estar com lesões até imperceptíveis que funcionam como porta de entrada para
microrganismos.
Práticas sexuais sem penetração
Há muitas outras formas de relacionamento sexual que não as penetrativas e que são consideradas seguras. Por exemplo:
Masturbação
Carícias
Mordidas e massagens
Pegação
Banhos de língua
Neste caso, a imaginação e a qualidade do relacionamento determinam os limites.
As
dicas deste portal não dispensam a consulta a um
especialista ou acompanhamento de um médico.
Queremos apenas ser fonte de orientação e estudo.
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