A simples abolição ou restrição à utilização dos nomes de fantasia e adoção de uma política de nomes genéricos não são suficientes para o controle dos problemas atualmente verificados. Acompanhando a visão de alguns estudiosos desta questão, não há outra alternativa para enfrentar tais problemas, a não ser através da intensificação das medidas de controle sobre as práticas de mercado usadas pela indústria farmacêutica, abolição completa da propaganda de medicamentos nos meios de comunicação de massa, utilização de critérios mais rígidos para o registro de produtos, controle efetivo sobre as informações fornecidas ao consumidor e aos médicos através das bulas e outros materiais, bem como adoção de medidas restritivas ao comércio abusivamente livre de remédios.
Entretanto, para que isto seja possível, é necessária e urgente a definição de uma política nacional de medicamentos voltada à maioria da população, aliada a uma política de desenvolvimento científico e tecnológico conseqüente e efetiva.
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