A humanidade conheceu uma época em que as grandes epidemias foram responsáveis
por milhões de mortes em todo o mundo, especialmente na África, Ásia e América Latina.
Buscando uma alternativa, a sociedade científica da época se empenhou em diversas pesquisas até que
surgiram as primeiras vacinas como por exemplo a da raiva em 1885, a
do tifo em 1911, a da tuberculose em 1921, as da difteria e do tétano em 1925,
a da febre amarela em 1937, a da gripe em 1943, a da pólio em 1954, entre outras.
Com o sucesso dos primeiros testes, os cientistas passaram a desenvolver vacinas para
doenças infantis como a coqueluche, o saram, a rubéola e a caxumba.
Tendo enfrentado, a princípio, uma forte resistência da população,
hoje em dia, as campanhas de vacinação já alcançam resultados
satisfatórios e o aparecimento destas doenças é cada vez mais raro.
É muito importante que todas as mães estejam atentas à caderneta de
vacinação de seus filhos, respeitando as datas e não esquecendo as
doses de reforço.Afinal, já está mais do que provado que a
prevenção é sempre o melhor remédio.
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