A infecção intestinal está relacionada diretamente à ingestão de alimento contaminado. Produz uma situação denominada
gastroenterocolite, que se acompanha de cólicas abdominais, vômitos , diarréia e febre.
Medidas higiênicas no trato dos alimentos, cuidados higiênicos pessoais, utilização de alimentos frescos e de origem conhecida são básicos na prevenção da doença. O cuidado com a ingestão de água é fundamental.
Existem várias bactérias causadores de infecção intestinal, destacando-se a salmonela e a
shigella, sendo muito freqüentes em crianças, incidindo preferencialmente no verão. Outra bactéria que deve ser destacada é a Escherichia
coli.
A perda de água, às vezes de sangue, de eletrólitos como potássio e de sais minerais pelas fezes, produz com muita facilidade a desidratação no idoso. O quadro pode se complicar com manifestações circulatórias como a queda da pressão e mesmo o estado de choque e o infarto do miocárdio.
A base do tratamento é a reposição de água e dos eletrólitos perdidos. Na maioria das vezes há necessidade de se utilizar antibióticos.
Vírus também podem produzir infecção intestinal, em geral clinicamente semelhante a produzida por bactérias e caracteristicamente mais suave. O contágio em geral se dá de pessoa-a-pessoa principalmente em ambientes fechados e atinge preferentemente crianças.
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