Em geral é desencadeada por aborrecimentos, sofrimento ou perdas. Outras vezes há preocupação com dinheiro, saúde, segurança. A falta de adaptação à aposentadoria é um fator de desequilíbrio emocional no idoso.
Na ansiedade há uma tendência a não se preocupar consigo mesmo, surgindo o desleixo, falta de preocupação com a aparência, etc. Há em geral preocupação fixa com um determinado assunto, em detrimento de tudo em volta. O pensamento fica difícil. Há dificuldade de concentração, insônia e impaciência. Há queda da memória.
O comportamento fica modificado e com caraterísticas ligadas a personalidade de cada um, isto é, pode ocorrer manifestações agressivas, depressão, etc. Algumas vezes pode haver atitudes que se confundem com a demência.
Há tensão muscular podendo ocorrer dores musculares que se situam em geral nas costas ou na nuca. Freqüentemente ocorre tremores nas mãos, palpitações, sudorese.
A ansiedade e suas manifestações são muito freqüentes e podem se confundir com inúmeras doenças.
O tratamento deve atingir a causa básica na tentativa de eliminá-la ou pelos menos suavizá-la. O uso de remédios tranqüilizantes, em geral benzodiazepínicos, são úteis nas situações mais críticas e deve ser feito com muito critério e sempre por tempo curto. O uso prolongado de tranqüilizantes leva invariavelmente à dependência o que provoca o aumento da ansiedade.
A atividade física regular ou a realização de tarefas relaxantes (leitura, pintura, etc.) conseguem os melhores resultados no combate à ansiedade. Algumas vezes há necessidade de orientação por parte de terapeuta ocupacional.
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