Pré-operatório
Com manobras de drenagem linfática, conseguimos redirecionar o
contingente linfático retido no espaço intersticial para os
capilares, diminuindo o edema residual no retalho cutâneo,
permitindo melhor circulação capilar arterial e venosa com maior
oxigenação da pele próxima, facilitando também ao cirurgião, a
retirada da quantidade exata da pele, isto é, quanto menos espesso
o retalho cutâneo, maior a extensibilidade da pele.
Pós-operatório
Com a resposta normal do organismo ao trauma cirúrgico, a
drenagem do sistema superficial venoso fica comprometida e
insuficiente, sendo este déficit compensado (ou deveria ser) pela
rede linfática, que nas primeiras horas do pós cirúrgico também
torna-se ineficaz, ocasionando o acúmulo de líquido no interstício
e aumentando sua pressão hidrostática.
A drenagem linfática torna-se imperiosa, pois o objetivo é reduzir
o quanto antes (sem atuar contra o metabolismo e a resposta pós
cirúrgica) a tensão que o edema exerce sobre as camadas
superficiais da pele, podendo sua persistência resultar em
importante flacidez residual. Diminuindo assim, o quadro doloroso e
a insegurança do paciente.
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